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Crime ambiental - Reportagem

postado em 20 de jun de 2012 11:47 por Renato Garcia da Silva   [ 21 de jun de 2012 12:51 atualizado‎(s)‎ ]

Publicado no site:  http://www.correiodopovo.com.br

Replicado no site da Metro.

Prezado Fábio Jr,

          Suponho que os funcionários do Ibama que exageraram nos "argumentos" divulgados no texto colocam justamente do descrédito da notícia. Isso precisa ser levado ao conhecimento da "ouvidoria do Ibama" o que provocará um demanda interna a respeito da forma que o assunto é tratado por quem tem a responsabilidade de conduzir a questão de forma isenta e dentro da legalidade. Será preciso um texto bem elaborado, talvez por um advogado interessado,  para o posterior encaminhamento a ouvidoria. É preciso uma discussão maior  sobre esse tema mas tem-se que dar seguimento nessa nossa proposição. Não podemos aceitar calados esse tipo de agressão desmesurada. Sucesso e abraços

Aloísio  

 

Caros amigos;

 

Vejam a reportagem publicada nas páginas do Correio do Povo hoje sobre a apreensão de ontem.

As mentiras chegam a irritar.


Eles são tendenciosos e mentirosos em suas declarações. Eu teria vergonha de trabalhar em um orgão público que contém indivíduos como estes dois. O Sr. Régis e a Sra. Fernanda faltam com a verdade no sentido de sensibilizar a população.

 

Gostaria de saber se tem algo que possa fazer contra eles os dois, principalmente contra a Sra Fernanda Rauber que mete os pés pelas mãos ao fazer essa afirmação contra o próprio órgão onde trabalha.

 

Os torneios são permitidos por FALHAS na legislação segundo a Analista ambiental Fernanda Rauber.

Ou seja o juridico do IBAMA e sua área técnica comete "falhas" ao permitir segundo a Analista Ambiental. 


Talvez se fosse dada a ela a chance ela corrigiria todas as falhas que seus colegas cometem.


E o Sr Regis nada entende de treino para canto e fibra e afirma verdades absurdas.

 

Vejam o link em: http://www.correiodopovo.com.br/Noticias/?Noticia=434658 e dividam comigo a irritação.

 

O texto completo esta abaixo


 

CTC POA - Criatório Tríplice Coroa

Fabio Paiva de Sousa Jr. -  Porto Alegre / RS


Pássaros eram vendidos por até R$ 100 mil, diz Polícia Federal

Operação em São Leopoldo contra crimes à fauna prendeu 15 pessoas

Aves foram apreendidas em São Leopoldo, em operação do Ibama e da Polícia Federal<br /><b>Crédito: </b> Vinicius Roratto
Aves foram apreendidas em São Leopoldo, em operação do Ibama e da Polícia Federal 
Crédito: Vinicius Roratto

Uma crueldade contra os animais foi constatada durante o flagrante da Polícia Federal (PF) e do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) em um campeonato de canto de pássaros de uma associação de criadores em São Leopoldo, no Vale do Sinos, alvo da operação Campeão, realizada no domingo. Além do torneio e do "treinamento" para realizá-lo, pesa contra os realizadores a questão do tráfico de animais. Responsável pela Delegacia de Repressão a Crimes contra Meio Ambiente e Patrimônio Histórico da PF/RS, o delegado Roger Soares Cardoso explicou que muitas aves capturadas no ambiente natural são levadas para cativeiro para posterior participação em torneios. As aves são vendidas no mercado clandestino entre os competidores. Houve casos de pássaros que custaram até R$ 100 mil. 

O modo como o campeonato é realizado surpreendeu as autoridades. Segundo o chefe de fiscalização do Ibama/RS, Régis Fontana Pinto, a competição na modalidade “Fibra” consiste em colocar as gaiolas com os animais lado a lado em uma arena. Pelo instinto de disputa de território ou de fêmeas, as aves começam a cantar. O vencedor era o pássaro que restava cantando no final, depois que os demais extenuados e estressados ficavam quietos. A competição pode durar horas. 

No treinamento das aves vale até deixá-las em salas escuras, com som elevado de caixas de som, para que “aprendam” os cantos. Elas também podem ser treinadas ao seres colocadas ao lado de outros exemplares. As 15 prisões no local foram efetuadas devido à descoberta da falsificação ou adulteração de selo ou sinal público nos animais presentes no torneio, chamadas de anilhas de identificação, além do emprego de espécimes da fauna silvestre sem a devida permissão da autoridade competente.

De acordo com a analista ambiental do Ibama/RS, Fernanda Rauber, a competição em si é legal devido às brechas na atual legislação, mas o fato da presença de anilhas falsificadas nas aves encontradas é que o tornou irregular. 
Os pássaros recolhidos poderão ou não retornar à natureza, após passarem por uma triagem e um processo de observação no Ibama/RS. Se tiverem de permaneceram, em cativeiros, os mesmos serão encaminhados para criadores conservacionistas cadastrados no órgão federal. O Ibama atende denúncias pelo telefone gratuito 0800-61808.

Na ação foram apreendidas 57 aves, sendo cardeais e trincas-ferros, das quais 46 foram recolhidas para a sede regional do Ibama em Porto Alegre e as demais ficaram com fiéis depositários. Além disso, foram aplicadas 30 autuações com multas no valor total de R$ 65,5 mil. A associação também foi autuada e teve suas atividades de promoção de torneios de canto embargadas.

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